Na Expocafé 2026, Jacto apresenta colhedoras preparadas para colher mais café, mais cedo e com menos perdas

Com o recolhedor mais baixo do mercado, derriça de até 97% de eficiência e correção de inclinação em até 30%, máquinas atendem lavouras novas e áreas desafiadoras em um cenário de crescimento da produção nacional de café.

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MAIO, 2026 – Após um ano excepcional para a cafeicultura brasileira, o setor mantém um cenário positivo em 2026, impulsionado por boa produtividade, preços favoráveis e crescente adoção de tecnologia no campo. Nesse contexto, a Jacto, multinacional brasileira de máquinas, serviços e soluções agrícolas, marca presença na 29ª edição da Expocafé com colhedoras de café desenvolvidas para atender às principais demandas da cafeicultura atual: colheita mecanizada eficiente em áreas inclinadas, plantas mais baixas e lavouras mais jovens, com menos perda de grãos e maior produtividade.

Com a produção brasileira estimada em mais de 66 milhões de sacas em 2026, segundo o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado neste ano, a mecanização se consolida como fator estratégico para o setor.

“Diante do crescimento da produção, da escassez de mão de obra e da expansão do café em terrenos mais desafiadores, a mecanização precisa ir além. Tecnologias como alinhamento e nivelamento automáticos, sistemas derriçadores mais eficientes e recolhedores mais baixos permitem colher com mais qualidade desde as primeiras safras, reduzindo perdas e ampliando o retorno ao produtor”, afirma Paulo Bueno, gerente de produtos da Jacto.

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Entre os destaques apresentados está a colhedora automotriz K 3000, projetada para operar em diferentes tipos de terreno, com correção de inclinação lateral de até 30%. A máquina conta com o recolhedor mais baixo do mercado, com altura mínima de 210 mm, viabilizando a colheita mecanizada de lavouras mais novas e plantas de menor porte, antes restritas à colheita manual. O sistema de lâminas com maior sobreposição garante melhor fechamento junto ao tronco, reduzindo significativamente as perdas de café para o solo. A eficiência de derriça de até 97%, mesmo desde as primeiras safras.

Outro destaque é a colhedora automotriz K 3500, equipada com sistema derriçador robusto, com controle eletrônico que mantém a vibração constante independentemente do porte da planta. O conjunto entrega alta eficiência de derriça, podendo ser até 35% superior à média do mercado, além de um sistema recolhedor com câmeras de apoio ao alinhamento automático dos troncos, contribuindo para menor perda e maior estabilidade operacional. A máquina permite operações seguras em terrenos com até 20% de declividade e oferece cabine com ergonomia, conforto e tecnologia embarcada, como display touchscreen, joystick e câmeras de monitoramento.

As soluções apresentadas refletem a transformação da cafeicultura brasileira, marcada pela renovação dos cafezais, adoção de novas tecnologias e necessidade de maior eficiência operacional. Pioneira na colheita mecanizada de café desde 1979, a Jacto mantém sua liderança no setor. Atualmente, a Empresa disponibiliza 4 modelos de colhedoras, sendo duas tratorizadas, a KTR 3500 e a KTR 3000, e as autopropelidas, K 3500 e K 3000.

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A Expocafé 2026 será realizada entre os dias entre os dias 26 e 28 de maio, no aeroporto de Três Pontas (MG). O evento reforça seu papel como um importante espaço para o desenvolvimento de negócios e para difusão de tecnologias que impulsionam toda a cadeia produtiva do café.



Sobre a Jacto

A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, possui uma história de 78 anos, que começou com o seu fundador Shunji Nishimura, em 1948, na cidade de Pompeia (SP). Atualmente, possui fábricas no Brasil, Argentina, Alemanha, EUA e Tailândia, linha de montagem na China, e centro de distribuição no México, Chile e na Nova Zelândia. Seus produtos são comercializados em mais de 110 países.

A Jacto oferece uma ampla linha de produtos de alta tecnologia que vai desde ferramentas para poda e pulverizadores portáteis, a máquinas de grande porte para pulverização, adubação, plantio, colheita de café e cana-de-açúcar, além de equipamentos, sistemas e serviços para limpeza e sanitização. A Empresa também oferece soluções e serviços para a agricultura de precisão e agricultura digital, propiciando uma produção cada vez mais sustentável.

A companhia é ainda parceira da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, a qual engloba um colégio de ensino infantil, fundamental e médio, uma escola técnica do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e uma Fatec (Faculdade de Tecnologia de São Paulo) com cursos inéditos voltados ao agronegócio e tecnologia da informação.


Fonte: Jacto